Se fosse um morro, galgando o andarilho o morro, carregando latas
À busca, a morte do seu lado, fuzis emparelhados por vezes, os pedágios...
As mulheres na cidade, vendendo seus buracos, a pregressa vida, um teco, e nada
mais
Quando a coca se sobressaia, no pelo mal feito do traficante que fornece e
ensina a lavar tudo...
Não fizesse denodos maiores, a visão quase crítica, e no templo se fala em Deus
Enquanto outros vão suplicar aos espíritos que estejam presentes àqueles que
vieram para o desfrute...
Celulares a postos, a smart-blind-girl
aponta sua arma, qual câmera que crê existir de fato
No fardo de ser possuída por tudo e todos, mas que encontre na vastidão do mar,
pelo menos a ausência do whatsapp que não lhe ligou nunca...
Posto ser a questão das conexões, algo tão bacana quanto o vento de um ventilador no verão
Quando, por questões de se resolver a vida não resolvida, que se saiba que, a contento do sal o perecido não pertence ao pertencido...
Nem tudo o que se esperava passar, não tenha passado de uma forma que não tenha sido vã
E aquilo que se esperasse de um simples beijo não passaria apenas da troca de saliva e o sabor do hálito de um baseado, quando muito, de diferentes-iguais...
quinta-feira, 19 de junho de 2025
OS NÔMADES DOS ENCONTROS CASUAIS
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