quinta-feira, 19 de junho de 2025

O CORAÇÃO AUSENTE


Tantas são as ocasiões, tantos os desacertos, que sequer saberias do coração
Não fosse essas músicas que tanto nos incomodam, com músicas do sempre repetido
No popular não reciclado, que o repertório de um dia tem seu desfecho previsível
Quando, saibamos, estiverem seguros os guerreiros de mais uma batalha
E onde nos encontramos com outros e outros, no término de um dia santo...

Mas não serias mais do que uma moça ainda, não crescestes em experiência
Posto no berço de tuas certezas apenas possuis a alma de guerreira
Mas nada podes contra o contrário, posto será na experiência de um veterano
Que aprenderás mais do que imaginavas ter encontrado em andanças aventureiras
Quando o mundo revela que será em uma praia singela que jamais teria vivido mais intensamente...

Mas que não possas crer que um homem queira uma ninfa, posto o homem sequer pode trepar no coqueiro, que dá tombos na gente,
Quem dera, a pelúcia feminina é proposta que perfaz a tepidez de um encontro mais concreto
Do que a informação que pensas controlar, posto é assim a Natureza feminina, querer o Poder do controle
Mal sabendo que a nova mulher se esquecera de que seria o controle falho a sua última cartada
Mas que os homens bravios ainda dão a chance para que as mulheres que negam ser fêmeas não transijam com a sorte, apenas aceitam a droga, em seu modal solitário, nada mais do que isso.

Posto de crescer haveria a urgência, de se ser madur@ e não transigir com aquilo do erro
Já que, tant@s se perdem esquivando-se do nada, quando muito, em prosseguir tateando incertezas
Na pátina obscura de tempos em que a performance de um dia prossegue em noites inquietas
E outros atores e atrizes vêm a dar a serpente de mão a mão para alguém, ou na forma de um veneno
Ou no tentar consentir que pertençamos a tribos que para um veterano em seu peito já estão extintas...

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