Tantas são as ocasiões, tantos os desacertos, que sequer saberias do coração
Não fosse essas músicas que tanto nos incomodam, com músicas do sempre repetido
No popular não reciclado, que o repertório de um dia tem seu desfecho
previsível
Quando, saibamos, estiverem seguros os guerreiros de mais uma batalha
E onde nos encontramos com outros e outros, no término de um dia santo...
Mas não serias mais do que uma moça ainda, não crescestes em experiência
Posto no berço de tuas certezas apenas possuis a alma de guerreira
Mas nada podes contra o contrário, posto será na experiência de um veterano
Que aprenderás mais do que imaginavas ter encontrado em andanças aventureiras
Quando o mundo revela que será em uma praia singela que jamais teria vivido
mais intensamente...
Mas que não possas crer que um homem queira uma ninfa, posto o homem sequer
pode trepar no coqueiro, que dá tombos na gente,
Quem dera, a pelúcia feminina é proposta que perfaz a tepidez de um encontro
mais concreto
Do que a informação que pensas controlar, posto é assim a Natureza feminina,
querer o Poder do controle
Mal sabendo que a nova mulher se esquecera de que seria o controle falho a sua
última cartada
Mas que os homens bravios ainda dão a chance para que as mulheres que negam ser
fêmeas não transijam com a sorte, apenas aceitam a droga, em seu modal solitário, nada mais do que
isso.
Posto de crescer haveria a urgência, de se ser madur@ e não transigir com aquilo do erro
Já que, tant@s se perdem esquivando-se do nada, quando muito, em prosseguir tateando incertezas
Na pátina obscura de tempos em que a performance de um dia prossegue em noites inquietas
E outros atores e atrizes vêm a dar a serpente de mão a mão para alguém, ou na forma de um veneno
Ou no tentar consentir que pertençamos a tribos que para um veterano em seu peito já estão extintas...
quinta-feira, 19 de junho de 2025
O CORAÇÃO AUSENTE
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