No sol o testemunho é aberto, seremos noite e dia, sístole e diástole,
inspiração e expiração:
Passantes do tempo, a vida possui mais segredos do que meramente a renovação de
algo,
Ou mesmo o compadecimento de um ser diante de tudo e todos, diante de um ego
igualmente novo
Ou mesmo quando soletramos um significante sem saber de outros, na concatenação
lacaniana...
Dos restos nas lixeiras, como se fôramos abrutalhados abutres, vemos o sofrimento
dos bichos-homens,
Qual no prado a impressão que se tivesse deles, a forma ausente do
comportamento, o vir a ser, de fora,
E que não supomos esse quilate existencial, mesmo porque ignoramos quiçá sejam
ou não ignorantes
Mas não possuem muitos a matéria, esse objeto consonante que perfaz a troca,
quem sabe ao menos um display que faça o link com o real...
segunda-feira, 20 de abril de 2026
MIGALHAS AO RELENTO
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