Nada do que não fosse, quem sabe a tomografia do tórax,
Quem sabe algo que não vislumbrasse tombos,
Uma palavra dita, um desencontro com a certeza posta dúvida
E um Poder Maior dando as cartas, sempre, na consciência de um homem
Que passa por critérios da ciência, navegando sempre, com o timão na proa
Sabendo que porventura não seria um cartaz que vira, mas vira outro e outro
Lhe dando direção correta para aprumar a embarcação, nos nós sobre espaçados,
Na guinada de mais um dia, quem dera, o viés de outrora, os peixes obcecados
por salitre
E que, saibamos, as rochas marinhas não mais alcançam o barco, pois este já sabe
das marés...
sábado, 11 de abril de 2026
A CERTEZA OU A FÉ
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário