Não
adianta termos a fé diante de um Deus que projetamos como algo que é, de fato,
em nossa consciência, se não nos atinarmos que todas as nossas pulsões mais
rudimentares e toscas que residem no inconsciente, incluso as dos vícios e
deformações absurdas de caráter e que nos levam a cometer insanidades, não
forem refreadas ao menos por esse chamado Poder Superior, a que podemos chamar
de Deus, Superego, ou qualquer coisa que possa reprimir essas pulsões que nos
fariam mal se levadas a cabo, ou mesmo como um freio balizador e disciplinador
de nossos atos mais cabais. Uma civilização fracassada não é um rótulo, pode
vir a ser a realidade. Todos temos nossas capacidades de amar, alguns homens
preferem o celibato por saberem que por onde andam quando uma mulher se lhes
apresenta já vêm os chacais em forma quase demoníaca, para justamente minar a
história de amor que poderia estar acontecendo, pois – e isso é um fenômeno
recorrente na nossa era – quando existe uma história de amor autêntica, os
citados chacais procuram anular até mesmo o que seria o fruto de alguma união
dessa Natureza, como um filho que seja gerado através do amor celestial, que é
quando o casal se ama verdadeiramente, quando se conhece e se permite amar...
No fundo desse cenário infernal, quando os ditos demoníacos sobressaem maltratando
as mulheres principalmente, há igualmente negociatas e ardis onde elas têm que
gerenciar coisas ilícitas, fazer o uso de drogas ou mesmo serem responsáveis
por cargos de liderança em organizações de Natureza do crime para sobreviverem,
ou mesmo porventura viverem a ilusão de que, fazendo isso, estarão participando
de uma espécie de movimento libertador. Qual não seja, a razão hipócrita de dar
margens e serem cúmplices da criminalidade, em nome por vezes de uma
resistência que as torna reféns do que as acomete de mais brutal, que é justamente
a frieza que as tornam desumanas e imorais, com o passar do tempo, retirando
seu bem mais precioso que é a pureza e a autenticidade e liberdade de serem as
mulheres que se tornariam bem realizadas, amadas e nobres de espírito.
Por
vezes, há práticas quase étnicas que iniciam muitos na maconha, talvez por ser
em algumas nações uma droga liberada, mas esse tipo de abordagem tem que levar
em conta de que não será através do uso de ferramentas tão nocivas à psique do
indivíduo que alguém estará “sintonizado” com a realidade ou uma outra
realidade “mais presente”, ou ligado em coisas que darão mostras de
performances, ou mesmo que a maconha dará o relaxamento em relação a outras
substâncias que aos poucos vão minando a psique da vítima, como a cocaína e
outras drogas, tais como as sintéticas, as anfetaminas, ou a heroína, e etc, além
das drogas alucinógenas como o mescal, o LSD, ou ácido lisérgico, o chá de
cogumelos, a ayahuasca, e a própria maconha, igualmente considerada alucinógena,
principalmente com suas formas sintéticas atuais, como a K9, ou mesmo o haxixe,
o Skank, etc. Entre todas essas drogas, que são extremamente invasivas mental e
fisicamente em nosso corpo, está o álcool, porta de entrada de toda a
substância que nos trará tantos malefícios físicos, mentais e espirituais, como
um todo. A dependência alcoólica é uma das piores, senão a mais comum, pois em
qualquer lugar é liberada a venda, e culturalmente as pessoas dela fazem uso
corrente, desde priscas eras, quando o homem começou a pisar nas uvas... Por tudo
isso as enfermidades psíquicas estão minando tão profundamente a saúde das
gentes, com tudo o que implique, desde um apagão etílico ou o delírio tremens
na ponta, até as parafrenias como psicoses em maior ou menor intensidade, hoje
mais conhecidas como transtornos bipolares e etc.
Não fora
a adicção pura e simplesmente, temos agenciadores de clãs, de tipos de tribos,
ocultismos, sociedades secretas, forças ideológicas escusas quando seu
propósito é de praticar o terror, ou mesmo graus de subversão não propriamente
na contestação fundamentada do sistema em que vivemos, o que por si não se
chamaria subversão, mas argumentação saudável, mas subversão no sentido de
minar a democracia, como algo que está regido por lei, posto só é possível termos
uma civilização ou algo que dela se aproxime se vivermos a vantagem e as
liberdades que aquela promove no seio de uma sociedade saudável e livre. Tantos
se usam das redes sociais como meio de sustentação de mentiras, ou mesmo como
modo de dar vasão a outros tipos de pulsões, que a relação de dependência com
esses meios também é recorrente na sociedade contemporânea, e o volume de
informações absorvido principalmente pelas populações dos jovens, com o uso de
tais aparelhos, baseados no estímulo e na resposta praticamente pavlovianos, na
velha questão de se obter metas a curto prazo, aliado tudo isso na performance
exigida dos trabalhadores ou gestores, demanda refrear um pouco esse afã de “correr
atrás da máquina”, como se esta estivesse sempre mais adiante, à qual dela
estamos em serviço, ao invés de nos utilizar da máquina como mais um meio onde
nos dê a ferramenta necessária de suporte e apoio aos nossos objetivos, nada
mais do que isso...
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