quarta-feira, 16 de julho de 2025

A CIVILIZAÇÃO EM XEQUE


               Não adianta termos a fé diante de um Deus que projetamos como algo que é, de fato, em nossa consciência, se não nos atinarmos que todas as nossas pulsões mais rudimentares e toscas que residem no inconsciente, incluso as dos vícios e deformações absurdas de caráter e que nos levam a cometer insanidades, não forem refreadas ao menos por esse chamado Poder Superior, a que podemos chamar de Deus, Superego, ou qualquer coisa que possa reprimir essas pulsões que nos fariam mal se levadas a cabo, ou mesmo como um freio balizador e disciplinador de nossos atos mais cabais. Uma civilização fracassada não é um rótulo, pode vir a ser a realidade. Todos temos nossas capacidades de amar, alguns homens preferem o celibato por saberem que por onde andam quando uma mulher se lhes apresenta já vêm os chacais em forma quase demoníaca, para justamente minar a história de amor que poderia estar acontecendo, pois – e isso é um fenômeno recorrente na nossa era – quando existe uma história de amor autêntica, os citados chacais procuram anular até mesmo o que seria o fruto de alguma união dessa Natureza, como um filho que seja gerado através do amor celestial, que é quando o casal se ama verdadeiramente, quando se conhece e se permite amar... No fundo desse cenário infernal, quando os ditos demoníacos sobressaem maltratando as mulheres principalmente, há igualmente negociatas e ardis onde elas têm que gerenciar coisas ilícitas, fazer o uso de drogas ou mesmo serem responsáveis por cargos de liderança em organizações de Natureza do crime para sobreviverem, ou mesmo porventura viverem a ilusão de que, fazendo isso, estarão participando de uma espécie de movimento libertador. Qual não seja, a razão hipócrita de dar margens e serem cúmplices da criminalidade, em nome por vezes de uma resistência que as torna reféns do que as acomete de mais brutal, que é justamente a frieza que as tornam desumanas e imorais, com o passar do tempo, retirando seu bem mais precioso que é a pureza e a autenticidade e liberdade de serem as mulheres que se tornariam bem realizadas, amadas e nobres de espírito.

               Por vezes, há práticas quase étnicas que iniciam muitos na maconha, talvez por ser em algumas nações uma droga liberada, mas esse tipo de abordagem tem que levar em conta de que não será através do uso de ferramentas tão nocivas à psique do indivíduo que alguém estará “sintonizado” com a realidade ou uma outra realidade “mais presente”, ou ligado em coisas que darão mostras de performances, ou mesmo que a maconha dará o relaxamento em relação a outras substâncias que aos poucos vão minando a psique da vítima, como a cocaína e outras drogas, tais como as sintéticas, as anfetaminas, ou a heroína, e etc, além das drogas alucinógenas como o mescal, o LSD, ou ácido lisérgico, o chá de cogumelos, a ayahuasca, e a própria maconha, igualmente considerada alucinógena, principalmente com suas formas sintéticas atuais, como a K9, ou mesmo o haxixe, o Skank, etc. Entre todas essas drogas, que são extremamente invasivas mental e fisicamente em nosso corpo, está o álcool, porta de entrada de toda a substância que nos trará tantos malefícios físicos, mentais e espirituais, como um todo. A dependência alcoólica é uma das piores, senão a mais comum, pois em qualquer lugar é liberada a venda, e culturalmente as pessoas dela fazem uso corrente, desde priscas eras, quando o homem começou a pisar nas uvas... Por tudo isso as enfermidades psíquicas estão minando tão profundamente a saúde das gentes, com tudo o que implique, desde um apagão etílico ou o delírio tremens na ponta, até as parafrenias como psicoses em maior ou menor intensidade, hoje mais conhecidas como transtornos bipolares e etc.

               Não fora a adicção pura e simplesmente, temos agenciadores de clãs, de tipos de tribos, ocultismos, sociedades secretas, forças ideológicas escusas quando seu propósito é de praticar o terror, ou mesmo graus de subversão não propriamente na contestação fundamentada do sistema em que vivemos, o que por si não se chamaria subversão, mas argumentação saudável, mas subversão no sentido de minar a democracia, como algo que está regido por lei, posto só é possível termos uma civilização ou algo que dela se aproxime se vivermos a vantagem e as liberdades que aquela promove no seio de uma sociedade saudável e livre. Tantos se usam das redes sociais como meio de sustentação de mentiras, ou mesmo como modo de dar vasão a outros tipos de pulsões, que a relação de dependência com esses meios também é recorrente na sociedade contemporânea, e o volume de informações absorvido principalmente pelas populações dos jovens, com o uso de tais aparelhos, baseados no estímulo e na resposta praticamente pavlovianos, na velha questão de se obter metas a curto prazo, aliado tudo isso na performance exigida dos trabalhadores ou gestores, demanda refrear um pouco esse afã de “correr atrás da máquina”, como se esta estivesse sempre mais adiante, à qual dela estamos em serviço, ao invés de nos utilizar da máquina como mais um meio onde nos dê a ferramenta necessária de suporte e apoio aos nossos objetivos, nada mais do que isso...

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