Ao tempo que se distasse, o chiste de outrora, a moça que reclama de algo
Que nada haveria de ser feito na melhora do porquê,
Outrossim, porventura o que teríamos no peito, um ramo de cristais túrgidos
Quanto de sabermos que nem todas as flores residem naturais
E a substância plástica nem sempre é moldada conforme a peça matriz...
Do que se não fosse um simples gozo, ah, sim, o gozo supremo, de estar dentro e fora do mundo
Sobre galáxias na vicissitude do Ecstasy, administrado via oral diretamente da Europa ou dos EUA,
Não, não seríamos tão complacentes quanto o hímen que muitos monstros cobiçam
Mas quem sabe a dose da champanhe no sabá bruxólico, rente à fogueira das vaidades.
Não seriam nem palavras de fogo nem de vento, mas a responsabilidade é fomentar a realidade que "rola"
Para que a imaginação de muitas ninfetas atravessem o País das Maravilhas que esqueceram dentro de algo menor.
Seríamos mestres ou alunos de outrora, seríamos mentores ou meros resmungos ao acaso
Caso soubéssemos diferenciar meras escalas de serviço com odaliscas do sangue alheio
Ou os colecionadores que efetiva e ferozmente se preparam para utilizar suas armas...
quarta-feira, 2 de julho de 2025
AO TEMPO QUE NOS PAREÇA
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